E então você pode me perguntar "quem eu sou, de onde vim, para onde vou" e eu? Bem eu sou todos os dias de chuva e frio que durmo até tarde, e todas as madrugadas que fico acordada, sou todas as músicas em meu mp3 surrado e todos os livros que ainda não li. Eu sou estranha, anormal, paranóica, conturbada, falo sozinha, sorrio sozinha, grito sozinha, conto piadas a mim mesma e me mato de rir depois delas. Eu sou cada par de roupa em meu armário e cada óculos na gaveta, cada centímetro do meu quarto, cada sapato espalhado no chão, cada rabisco em folhas infinitas, cada caixa de tranqueiras, cada copo vazio, cada parte escura e cada dia de solidão, sou eu, aquela que tem um vocabulário limitado e palavras bobas, que coloca importância em tudo, que leva os malditos sentimentos muito a sério, que vive amor e ódio com a mesma intensidade, que vive a solidão e a alegria do mesmo modo e que já não teme o acaso nem o desconhecido, já não liga para os olhares frios na rua nem os comentários no ônibus. Sou os filmes monótonos da tv e as canções antigas no rádio, as fotos em preto e branco e os objetos coloridos, as maquiagens extravagantes e o lápis preto sombreado. Sou o silêncio, a sombra, o frio, o gelo, o escuro e amargo, sou pessimista, rude, implicante, egoísta, desumana e irônica, tudo isso quando não acordo doce, gentil, educada, sorridente e amorosa. Sou cada passo na rua, cada lugar que olho, cada vitrine que vejo, cada doce que provo, cada gota que bebo, cada respiração e batimento, cada lágrima, cada suspiro, cada bocejo, cada piscar, cada beijo, cada abraço, cada segundo, sou toda e qualquer lembrança que você consiga carregar dentro de si, cada pedacinho que te faz lembrar em mim, cada dia da deles, da minha e da sua vida.
quinta-feira, março 4
00:41
E então você pode me perguntar "quem eu sou, de onde vim, para onde vou" e eu? Bem eu sou todos os dias de chuva e frio que durmo até tarde, e todas as madrugadas que fico acordada, sou todas as músicas em meu mp3 surrado e todos os livros que ainda não li. Eu sou estranha, anormal, paranóica, conturbada, falo sozinha, sorrio sozinha, grito sozinha, conto piadas a mim mesma e me mato de rir depois delas. Eu sou cada par de roupa em meu armário e cada óculos na gaveta, cada centímetro do meu quarto, cada sapato espalhado no chão, cada rabisco em folhas infinitas, cada caixa de tranqueiras, cada copo vazio, cada parte escura e cada dia de solidão, sou eu, aquela que tem um vocabulário limitado e palavras bobas, que coloca importância em tudo, que leva os malditos sentimentos muito a sério, que vive amor e ódio com a mesma intensidade, que vive a solidão e a alegria do mesmo modo e que já não teme o acaso nem o desconhecido, já não liga para os olhares frios na rua nem os comentários no ônibus. Sou os filmes monótonos da tv e as canções antigas no rádio, as fotos em preto e branco e os objetos coloridos, as maquiagens extravagantes e o lápis preto sombreado. Sou o silêncio, a sombra, o frio, o gelo, o escuro e amargo, sou pessimista, rude, implicante, egoísta, desumana e irônica, tudo isso quando não acordo doce, gentil, educada, sorridente e amorosa. Sou cada passo na rua, cada lugar que olho, cada vitrine que vejo, cada doce que provo, cada gota que bebo, cada respiração e batimento, cada lágrima, cada suspiro, cada bocejo, cada piscar, cada beijo, cada abraço, cada segundo, sou toda e qualquer lembrança que você consiga carregar dentro de si, cada pedacinho que te faz lembrar em mim, cada dia da deles, da minha e da sua vida.
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