
E com o passar do tempo depois de tantas desventuras, esquecemos como viver, desaprendemos como é sentir um abraço ou o calor de uma vida. Depois de tanto tempo mortos, já não sabemos o que é sentir a brisa de um dia quente ou o arrepio do frio, perdemos a esperança e a vontade de estar onde nossos sonhos sempre nos levavam. Depois de tanto tempo imersos em morte e escuridão acabamos quase secos quando finalmente, muitas vezes por milagres, encontramos algo que nos de motivo de vida, motivo de sonhar novamente. Destino, acaso, sorte ou simples momentos? Na verdade eu prefiro chamar de amor.
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